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Líder regional valida avanços mulheres rurais em Cuba
A peruana Lucinda Quispealaya, membro da Secretaria Executiva da Rede Latino-americana e Caribenha de Mulheres, qualificou de exemplo os avanços que exibe hoje a mulher rural na Revolução cubana.
Fonte
Prensa Latina
Data
A peruana Lucinda Quispealaya, membro da Secretaria Executiva da Rede Latino-americana e Caribenha de Mulheres, qualificou de exemplo os avanços que exibe hoje a mulher rural na Revolução cubana.
"Cuba ensinou-nos que não faz falta dinheiro, faz falta conhecimento, e que é possível mudar o mundo", assinalou Quispealaya numa entrevista para Prensa Latina no Equador, onde abordou os desafios que defrontam as mulheres nas zonas rurais da região.
Vestida dum colorido terno típico, a líder quechua assinala que desde a ilha antilhana mostrou-se ao mundo que se as mulheres são visibilizadas e suas reclamos atendidos, podem transformar a realidade que vivem muitas ainda no campo.
Entre a problemática que mais afeta a este setor feminino ainda neste século XXI, Quispealaya assinalou a falta de acesso à educação, à saúde, à terra, à água e a violência de que são vítimas.
A também Conselheira Regional da província de Chupaca, departamento peruano de Junín, considera que não é possível falar de uma redução da pobreza em Latino América e o Caribe quando as mulheres rurais, que produzem 70 por cento dos alimentos em seus países, permanecem relegadas.
"Como podemos dizer que não há pobreza se há desnutrição, se as pessoas continuam emigrando da roça à cidade?", questionou-se quem é, ademais, promotora da agricultura sustentável e segurança alimentar com soberania.
Quispealaya acredita imenso que as mulheres vão salvar à humanidade da fome e da mudança climática, se os governos colocam entre as prioridades suas demandas.
No recente Encontro de Mulheres Latino-americanas e Caribenhas realizado no Equador, a líder indígena reclamou ante os mais de 200 participantes de 16 países se unirem e ficarem firmes em seus compromissos para reivindicar seus direitos.
Nesse encontro reconheceu-se que aquelas que moram na roça trabalham mais 22 horas à semana que os homens e sete horas mais das um;mulheres das cidades.
A Declaração de Santo Domingo, da qual Lucinda Quispealaya é uma das signatárias, demanda atenção ao pedido de terras fato por elas, para manter a suas famílias, de conhecimentos para sair do subdesenvolvimento e de saúde para viver com qualidade e seguir contribuindo.
Temos que reivindicar os conhecimentos tradicionais e os exemplos de resistência, assinalou a dirigente quechua, quem diz estar certe de que a "tentativa e as propostas não são à toa".
"Trabalhamos na chacra (terra), cuidamos os (guaguas) meninos, os rios e podemos deixar uma herança sadia", diz Quispealaya em um vocabulário complexo de assimilar, segundo parece, nas agendas políticas nacionais e internacionais.
"Cuba ensinou-nos que não faz falta dinheiro, faz falta conhecimento, e que é possível mudar o mundo", assinalou Quispealaya numa entrevista para Prensa Latina no Equador, onde abordou os desafios que defrontam as mulheres nas zonas rurais da região.
Vestida dum colorido terno típico, a líder quechua assinala que desde a ilha antilhana mostrou-se ao mundo que se as mulheres são visibilizadas e suas reclamos atendidos, podem transformar a realidade que vivem muitas ainda no campo.
Entre a problemática que mais afeta a este setor feminino ainda neste século XXI, Quispealaya assinalou a falta de acesso à educação, à saúde, à terra, à água e a violência de que são vítimas.
A também Conselheira Regional da província de Chupaca, departamento peruano de Junín, considera que não é possível falar de uma redução da pobreza em Latino América e o Caribe quando as mulheres rurais, que produzem 70 por cento dos alimentos em seus países, permanecem relegadas.
"Como podemos dizer que não há pobreza se há desnutrição, se as pessoas continuam emigrando da roça à cidade?", questionou-se quem é, ademais, promotora da agricultura sustentável e segurança alimentar com soberania.
Quispealaya acredita imenso que as mulheres vão salvar à humanidade da fome e da mudança climática, se os governos colocam entre as prioridades suas demandas.
No recente Encontro de Mulheres Latino-americanas e Caribenhas realizado no Equador, a líder indígena reclamou ante os mais de 200 participantes de 16 países se unirem e ficarem firmes em seus compromissos para reivindicar seus direitos.
Nesse encontro reconheceu-se que aquelas que moram na roça trabalham mais 22 horas à semana que os homens e sete horas mais das um;mulheres das cidades.
A Declaração de Santo Domingo, da qual Lucinda Quispealaya é uma das signatárias, demanda atenção ao pedido de terras fato por elas, para manter a suas famílias, de conhecimentos para sair do subdesenvolvimento e de saúde para viver com qualidade e seguir contribuindo.
Temos que reivindicar os conhecimentos tradicionais e os exemplos de resistência, assinalou a dirigente quechua, quem diz estar certe de que a "tentativa e as propostas não são à toa".
"Trabalhamos na chacra (terra), cuidamos os (guaguas) meninos, os rios e podemos deixar uma herança sadia", diz Quispealaya em um vocabulário complexo de assimilar, segundo parece, nas agendas políticas nacionais e internacionais.
