Finaliza em Cuba foro internacional sobre juventudes
O Congresso Internacional de Pesquisadores sobre Juventude finaliza hoje nesta capital, depois de várias jornadas de trabalho em cursos prévios, conferências, simpósios e painéis para debater a propósito de problemáticas que rodeiam a este grupo populacional.
Fonte
Prensa Latina
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O Congresso Internacional de Pesquisadores sobre Juventude finaliza hoje nesta capital, depois de várias jornadas de trabalho em cursos prévios, conferências, simpósios e painéis para debater a propósito de problemáticas que rodeiam a este grupo populacional.

As atividades de hoje versarão sobre temas como a desventaja social, marginalidade e vícios; os jovens e as novas tecnologias da informação e as comunicações; a formação em valores e seus reptos; bem como a recreacção e o tempo livre.

Também se prevê uma sessão plenária e depois a clausura, na qual se resumirão os principais aspectos tratados durante um encontro encaminhado a debater em torno do mundo juvenil ante os reptos ao desenvolvimento populacional, a participação e a equidade. De maneira simultânea ao encontro sesionou nesta quinta-feira o II Foro de Revistas Iberoamericanas sobre Juventude, ao qual assistiram diretores e editores de revistas deste tipo que socializan resultados teóricos e práticos de investigações sobre este setor da sociedade.

Em conversas com Prensa Latina, a coordenadora residente das Nações Unidas em Cuba, Bárbara Pesce-Monteiro, considerou como fundamental a realização deste Congresso sobre juventudes, pelo grande contribua que podem dar eles ao desenvolvimento da humanidade.

"Parece-me um tema interesantísimo porque a juventude é o reflito da sociedade do presente e temos que conhecer este presente para poder construir o futuro que queremos", expressou.

Nas jornadas do foro que reúne a uns 230 delegados de 13 países, tem sido constante a homenagem póstumo ao presidente venezuelano Hugo Chávez, quem faleceu na tarde da terça-feira em Caracas.

Tanto nas sessões formais como nos espaços informais de intercâmbio, os participantes têm dedicado palavras à memória do presidente, com a convicção de que Venezuela não é a única que chora a Chávez.

Assim mesmo, assinaram um livro de condolências habilitado no Palácio de Convenções, sede do evento. O jovem delegado Simón Arrechider, procedente de Venezuela, assegurou que sua geração não descansará até fazer cumprir o programa da Revolução Bolivariana legado por Chávez.