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Evo Morales presidirá graduação de médicos que estudaram em Cuba
O presidente boliviano, Evo Morales, presidirá hoje nesta cidade a graduação de centenas de novos médicos, que realizaram sua carreira em Cuba.
Fonte
Prensa Latina
Data
O presidente boliviano, Evo Morales, presidirá hoje nesta cidade a graduação de centenas de novos médicos, que realizaram sua carreira em Cuba.
O presidente estará acompanhado pelo ministro da Saúde, Juan Carlos Calvimontes, no ato de entrega de diplomas a 679 novos médicos no Coliseo A Coronilla, nesta cidade, capital do departamento do mesmo nome.
Os recém graduados iniciaram sua carreira na Escola Latino-americana de Ciências Médicas (ELAM), na capital cubana, ainda que a concluíram em várias províncias do referido país.
Desde 1998, quando por iniciativa do líder da Revolução cubana, Fidel Castro, a ELAM abriu suas portas, centenas de bolivianos se formaram na mesma, cifras que poderão ser duplicadas nos próximos anos.
Os graduados da referida escola prestaram ajuda solidária no Haiti no início de 2010, após o terremoto que assolou esse país caribenho e regressaram a sua terra natal com a intenção de levar a saúde aos lugares mais apartados.
Por outra parte, o ministro Calvimontes assegurou em uma exclusiva à Prensa Latina que "a única instituição no país que reconhece um profissional em saúde é o Ministério de Saúde, porque este ministério concede as matrículas profissionais que é a certificação, única e suficiente para exercer a medicina na Bolívia".
"Antes exigiam outros requisitos: estar inscrito em algum colégio para exercer, mas hoje em dia já não é necessário. Já não há nenhum problema, a matrícula de médico profissional que será outorgada pelo Ministério de Saúde basta e já pode exercer", assegurou.
"Não importa o local onde tenham se graduado, porque o Ministério de Saúde é o único que pode fornecer o registro, neste caso o que nós chamamos de matrícula profissional, o único documento válido para exercer a medicina na Bolívia", finalizou Calvimontes.
A cerimônia de graduação foi antecedida, no dia anterior, por uma marcha exigindo a libertação de cinco antiterroristas cubanos prisioneiros nos Estados Unidos, além do fim do bloqueio imposto por esta potência contra Cuba.
Antonio Guerreiro, Fernando González, Ramón Labañino, Gerardo Hernández e René González foram presos no dia 12 de setembro de 1998 na cidade estadunidense de Miami. Um processo irregular celebrado ali condenou-os em 2001 a penas que vão de dupla cadeia perpétua até 15 anos.
Numerosas personalidades e organizações mundiais defenderam os Cinco, como são conhecidos internacionalmente, que apenas vigiavam atividades extremistas de grupos violentos de origem cubano em Flórida, para alertar a seu país de ações terroristas.
O presidente estará acompanhado pelo ministro da Saúde, Juan Carlos Calvimontes, no ato de entrega de diplomas a 679 novos médicos no Coliseo A Coronilla, nesta cidade, capital do departamento do mesmo nome.
Os recém graduados iniciaram sua carreira na Escola Latino-americana de Ciências Médicas (ELAM), na capital cubana, ainda que a concluíram em várias províncias do referido país.
Desde 1998, quando por iniciativa do líder da Revolução cubana, Fidel Castro, a ELAM abriu suas portas, centenas de bolivianos se formaram na mesma, cifras que poderão ser duplicadas nos próximos anos.
Os graduados da referida escola prestaram ajuda solidária no Haiti no início de 2010, após o terremoto que assolou esse país caribenho e regressaram a sua terra natal com a intenção de levar a saúde aos lugares mais apartados.
Por outra parte, o ministro Calvimontes assegurou em uma exclusiva à Prensa Latina que "a única instituição no país que reconhece um profissional em saúde é o Ministério de Saúde, porque este ministério concede as matrículas profissionais que é a certificação, única e suficiente para exercer a medicina na Bolívia".
"Antes exigiam outros requisitos: estar inscrito em algum colégio para exercer, mas hoje em dia já não é necessário. Já não há nenhum problema, a matrícula de médico profissional que será outorgada pelo Ministério de Saúde basta e já pode exercer", assegurou.
"Não importa o local onde tenham se graduado, porque o Ministério de Saúde é o único que pode fornecer o registro, neste caso o que nós chamamos de matrícula profissional, o único documento válido para exercer a medicina na Bolívia", finalizou Calvimontes.
A cerimônia de graduação foi antecedida, no dia anterior, por uma marcha exigindo a libertação de cinco antiterroristas cubanos prisioneiros nos Estados Unidos, além do fim do bloqueio imposto por esta potência contra Cuba.
Antonio Guerreiro, Fernando González, Ramón Labañino, Gerardo Hernández e René González foram presos no dia 12 de setembro de 1998 na cidade estadunidense de Miami. Um processo irregular celebrado ali condenou-os em 2001 a penas que vão de dupla cadeia perpétua até 15 anos.
Numerosas personalidades e organizações mundiais defenderam os Cinco, como são conhecidos internacionalmente, que apenas vigiavam atividades extremistas de grupos violentos de origem cubano em Flórida, para alertar a seu país de ações terroristas.
