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Direito à vida, prioridade cubana em prevenção de desastres
A proteção das pessoas constitui a prioridade do governo cubano na prevenção e mitigação de desastres naturais, segundo o relatório que apresentará na próxima semana ante o Conselho de Direitos Humanos.
Fonte
Prensa Latina
Data
A proteção das pessoas constitui a prioridade do governo cubano na prevenção e mitigação de desastres naturais, segundo o relatório que apresentará na próxima semana ante o Conselho de Direitos Humanos.
O texto correspondente ao exercício do Exame Periódico Universal (EPU) em Genebra, Suíça, reflete os passos dados para garantir o direito à vida em frente a fenômenos climáticos que com frequência afetam ao país caribenho, como os furacões.
A consolidação de um sistema nacional de defesa civil, a execução de planos de redução de desastres, o fortalecimento do marco normativo e da cultura cidadã de percepção de riscos e o impulso às investigações científicas são algumas das ações desenvolvidas.
A partir desse palco, Cuba tem conseguido limitar a perda de vidas humanas, pese ao embate de ciclones que a seu passo provocam fortes chuvas, inundações, penetrações do mar e deslaves na ilha.
O relatório cubano para o EPU -se apresentará o 1 de maio- recorda o labor realizado pela Defesa Civil para enfrentar situações como as geradas em 2008 pelo passo de três furacões de grande intensidade, ou mais recentemente, o impacto em outubro do ano passado do destructivo meteoro Sandy.
Autoridades internacionais têm reconhecido a efetividade do sistema cubano de prevenção e mitigação de desastres, o qual consideram uma referência para a região.
"Cuba é um líder na região neste sentido, não só em termos de defesa senão também de preparação e recuperação", declarou na semana passada a Prensa Latina o representante residente adjunto do PNUD aqui, Claudio Tomasi.
O servidor público destacou a participação cubana junto a Nações Unidas em projetos para a redução de riscos de desastres em países da América Latina e o Caribe.
Com o auspicio da Iniciativa para o Manejo de Desastres no Caribe do PNUD, cinco países caribenhos manifestaram sua decisão de inspirar no modelo cubano do Centro de Gerenciamento de Redução de Riscos, precisou durante um seminário celebrado em Havana.
Para Tomasi, Cuba é sócio finque nesse projeto, "pois provee as experiências e a sistematização que não existem provavelmente a esses níveis nos outros países".
Ao respecto, o relatório que Cuba apresentará em Genebra para o EPU recolhe que entre 2010 e 2012 foram realizados nove oficinas regionais e nacionais, bem como se executaram assessorias técnicas a Granada, Haiti, San Cristóbal e Neves e San Vicente e as Granadinas.
O texto correspondente ao exercício do Exame Periódico Universal (EPU) em Genebra, Suíça, reflete os passos dados para garantir o direito à vida em frente a fenômenos climáticos que com frequência afetam ao país caribenho, como os furacões.
A consolidação de um sistema nacional de defesa civil, a execução de planos de redução de desastres, o fortalecimento do marco normativo e da cultura cidadã de percepção de riscos e o impulso às investigações científicas são algumas das ações desenvolvidas.
A partir desse palco, Cuba tem conseguido limitar a perda de vidas humanas, pese ao embate de ciclones que a seu passo provocam fortes chuvas, inundações, penetrações do mar e deslaves na ilha.
O relatório cubano para o EPU -se apresentará o 1 de maio- recorda o labor realizado pela Defesa Civil para enfrentar situações como as geradas em 2008 pelo passo de três furacões de grande intensidade, ou mais recentemente, o impacto em outubro do ano passado do destructivo meteoro Sandy.
Autoridades internacionais têm reconhecido a efetividade do sistema cubano de prevenção e mitigação de desastres, o qual consideram uma referência para a região.
"Cuba é um líder na região neste sentido, não só em termos de defesa senão também de preparação e recuperação", declarou na semana passada a Prensa Latina o representante residente adjunto do PNUD aqui, Claudio Tomasi.
O servidor público destacou a participação cubana junto a Nações Unidas em projetos para a redução de riscos de desastres em países da América Latina e o Caribe.
Com o auspicio da Iniciativa para o Manejo de Desastres no Caribe do PNUD, cinco países caribenhos manifestaram sua decisão de inspirar no modelo cubano do Centro de Gerenciamento de Redução de Riscos, precisou durante um seminário celebrado em Havana.
Para Tomasi, Cuba é sócio finque nesse projeto, "pois provee as experiências e a sistematização que não existem provavelmente a esses níveis nos outros países".
Ao respecto, o relatório que Cuba apresentará em Genebra para o EPU recolhe que entre 2010 e 2012 foram realizados nove oficinas regionais e nacionais, bem como se executaram assessorias técnicas a Granada, Haiti, San Cristóbal e Neves e San Vicente e as Granadinas.
