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Congressistas EUA promovem nova medida contra Cuba
Congressistas dos Estados Unidos analisam uma nova medida para gravar com um 10 por cento às empresas de seu país que mantêm uma relação com Cuba, em outra tentativa de reforçar o bloqueio contra a ilha, segundo revelações difundidas hoje.
Fonte
Prensa Latina
Data
Congressistas dos Estados Unidos analisam uma nova medida para gravar com um 10 por cento às empresas de seu país que mantêm uma relação com Cuba, em outra tentativa de reforçar o bloqueio contra a ilha, segundo revelações difundidas hoje.
Os advogados Mauricio Tamargo e Jason Pobrete estão caldeando com congressistas para apresentarem uma Lei que obrigue a pagar não menos de 10 por cento como 'quota de usuário' às empresas -agrícolas, telefônicas, de remessas e viagens- que realizem operações com Cuba, afirmou a publicação digital Que pasa Miami.
A iniciativa, expressa, afetará principalmente a centenas de milhares de emigrantes cubanos naturalizados ou não, que mantêm vínculos com familiares na Ilha mediante ligações , envios de remessas e viagens.
Mas ademais, aponta a publicação, se veriam golpeados agricultores estadunidenses que vendem alimentos a Cuba mediante licenças limitadas e pontuas, já que o comércio entre ambos os países está proibido pelo bloqueio econômico, comercial e financeiro de Washington desde faz mais de 50 anos.
Segundo estimativas de especialistas experientes cubanos as restrições durante esse período têm custado à ilha mais de 975 mil milhões de dólares, cifra que tem em conta a desvalorização do dólar face o ouro nos últimos anos.
Tamargo, quem foi servidor público do Departamento de Justiça durante a administração do presidente George W. Bush, propõe que o dinheiro arrecadado pelo eventual imposto se destine a cobrir demandas apresentadas por pessoas que alegam ter sido afetadas pelas leis de nacionalizações do governo cubano.
Ainda que Cuba indenizou a cidadãos e empresas de vários países, entre elas espanholas, suíças e britânicas, a hostilidade das autoridades estadunidenses e a imposição do bloqueio impediu o fazer com os norte-americanos.
Segundo o artigo 5 da Lei 851, de 6 de julho de 1960, o pagamento dos bens
Expropriados se realizaria mediante senhas da República emitidos a esse efeito pelo Estado cubano e amortizados mediante as vendas de açúcar.
Em março de 1960, o então presidente estadunidense Dwight Eisenhower eliminou a quota açucareira cubana o qual, unido ao decreto oficial do bloqueio econômico em 1962, impediu qualquer pagamento de compensações.
As nacionalizações fizeram parte de uma política de reivindicação popular e foram executadas mediante o procedimento reconhecido internacionalmente de expropriação forçada por causa de utilidade pública, incluindo indenizações e compensações.
Os advogados Mauricio Tamargo e Jason Pobrete estão caldeando com congressistas para apresentarem uma Lei que obrigue a pagar não menos de 10 por cento como 'quota de usuário' às empresas -agrícolas, telefônicas, de remessas e viagens- que realizem operações com Cuba, afirmou a publicação digital Que pasa Miami.
A iniciativa, expressa, afetará principalmente a centenas de milhares de emigrantes cubanos naturalizados ou não, que mantêm vínculos com familiares na Ilha mediante ligações , envios de remessas e viagens.
Mas ademais, aponta a publicação, se veriam golpeados agricultores estadunidenses que vendem alimentos a Cuba mediante licenças limitadas e pontuas, já que o comércio entre ambos os países está proibido pelo bloqueio econômico, comercial e financeiro de Washington desde faz mais de 50 anos.
Segundo estimativas de especialistas experientes cubanos as restrições durante esse período têm custado à ilha mais de 975 mil milhões de dólares, cifra que tem em conta a desvalorização do dólar face o ouro nos últimos anos.
Tamargo, quem foi servidor público do Departamento de Justiça durante a administração do presidente George W. Bush, propõe que o dinheiro arrecadado pelo eventual imposto se destine a cobrir demandas apresentadas por pessoas que alegam ter sido afetadas pelas leis de nacionalizações do governo cubano.
Ainda que Cuba indenizou a cidadãos e empresas de vários países, entre elas espanholas, suíças e britânicas, a hostilidade das autoridades estadunidenses e a imposição do bloqueio impediu o fazer com os norte-americanos.
Segundo o artigo 5 da Lei 851, de 6 de julho de 1960, o pagamento dos bens
Expropriados se realizaria mediante senhas da República emitidos a esse efeito pelo Estado cubano e amortizados mediante as vendas de açúcar.
Em março de 1960, o então presidente estadunidense Dwight Eisenhower eliminou a quota açucareira cubana o qual, unido ao decreto oficial do bloqueio econômico em 1962, impediu qualquer pagamento de compensações.
As nacionalizações fizeram parte de uma política de reivindicação popular e foram executadas mediante o procedimento reconhecido internacionalmente de expropriação forçada por causa de utilidade pública, incluindo indenizações e compensações.
