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Chega à Cuba navio escola da marinha venezuelana
O navio escola da marinha venezuelana Simón Bolívar chegará hoje a Havana como parte de um roteiro regional de instrução, informou o embaixador do país sul-americano em Cuba, Edgardo Ramírez.
Fonte
Prensa Latina
Data
O navio escola da marinha venezuelana Simón Bolívar chegará hoje a Havana como parte de um roteiro regional de instrução, informou o embaixador do país sul-americano em Cuba, Edgardo Ramírez.
A embarcação, também conhecida como Embaixador Sem Fronteiras, já visitou a República Dominicana e o Canadá.
Após quatro dias de estância em Havana, onde poderá ser visitada pela população, a nave partirá rumo a Aruba, e posteriormente a Curação, Panamá, México e Colômbia.
Construído em 1970 e com 23 velas, o navio tem como principal missão formar os cadetes da Escola Naval da Venezuela.
No âmbito internacional, prevê fortalecer e projetar a imagem naval dessa nação, bem como estabelecer e estreitar vínculos de amizade com as marinhas de outros países.
Trata-se de um navio portador de mensagens de paz, amizade e justiça social, em sintonia com a política do governo venezuelano, apontou Ramírez.
A bordo do Simón Bolívar, em seu cruzeiro de instrução número 23, viajam 96 pessoas, entre elas cadetes do Uruguai e do Brasil.
No porto de Havana se incorporará um cadete do Peru, o que demonstra o espírito de integração latino-americano do qual esta embarcação é exponente, disse o diplomata.
A embarcação, também conhecida como Embaixador Sem Fronteiras, já visitou a República Dominicana e o Canadá.
Após quatro dias de estância em Havana, onde poderá ser visitada pela população, a nave partirá rumo a Aruba, e posteriormente a Curação, Panamá, México e Colômbia.
Construído em 1970 e com 23 velas, o navio tem como principal missão formar os cadetes da Escola Naval da Venezuela.
No âmbito internacional, prevê fortalecer e projetar a imagem naval dessa nação, bem como estabelecer e estreitar vínculos de amizade com as marinhas de outros países.
Trata-se de um navio portador de mensagens de paz, amizade e justiça social, em sintonia com a política do governo venezuelano, apontou Ramírez.
A bordo do Simón Bolívar, em seu cruzeiro de instrução número 23, viajam 96 pessoas, entre elas cadetes do Uruguai e do Brasil.
No porto de Havana se incorporará um cadete do Peru, o que demonstra o espírito de integração latino-americano do qual esta embarcação é exponente, disse o diplomata.