Os biofármacos desenvolvidos em Cuba pelo Centro de Imunologia Molecular beneficiam a pessoas em quase 30 países entre os que destacam China e Brasil, publicam hoje meios nacionais.
Com produções para tratar patologias como o câncer e outras doenças crônicas não transmissíveis, as vendas da instituição mantêm uma tendência de crescimento anual superior a 40 porcento, o que lhes permite aumentar rendimentos.
De acordo com o diretor da entidade, Agustín Lage, em Cuba mais de 14 mil pacientes recebem tratamento com estes biofármacos, publica o jornal Granma.
O centro tem aumentado a produção de um medicamento contra a anemia, além de anticorpos monoclonais para o câncer em etapa avançada.
Também se atingiram bons resultados, segundo Lage, nas inspeções regulatórias feitas pelo Japão, Alemanha e Turquia durante o período, com o objetivo de certificar o emprego de boas práticas na produção.
O Centro de Imunologia Molecular foi inaugurado em dezembro de 1994 e atualmente faz parte do recém conformado Grupo das Indústrias Biotecnológica e Farmacêutica.
