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Ativistas do mundo ratificam apoio a antiterroristas cubanos
Mais de uma centena de pacifistas, membros de movimentos sociais e sindicalistas de vários países reiteraram hoje em Canadá seu compromisso com a campanha pela libertação imediata e incondicional dos cinco antiterroristas cubanos presos nos Estados Unidos.
Fonte
Prensa Latina
Data
Mais de uma centena de pacifistas, membros de movimentos sociais e sindicalistas de vários países reiteraram hoje em Canadá seu compromisso com a campanha pela libertação imediata e incondicional dos cinco antiterroristas cubanos presos nos Estados Unidos.
Essas pessoas participam em uma assembleia e um tribunal popular abertos desde a sexta-feira em Toronto (sudeste) com o fim de debater e denunciar as violações judiciais cometidas contra Os Cinco, como se conhece a nível mundial a Gerardo Hernández, Ramón Labañino, Antonio Guerreiro, Fernando González e René González.
Também fizeram questão da importância da solidariedade internacional para divulgar a realidade desses homens, submetidos a severas sanções desde setembro de 1998 por monitorar grupos violentos arraigados em Miami que planificam ações como as que nos últimos 53 anos têm ocasionado mais de três mil 400 vítimas em Cuba.
Segundo um comunicado de imprensa, o jornalista canadense Keith Bolender e o advogado dos Cinco, o estadunidense Richard Klugh, detalharam ao público os argumentos de Cuba no caso.
Elizabeth Palmeiro e Adriana Pérez, esposas de Labañino e Hernández, respectivamente, falaram das reiteradas negativas de visa aos familiares para visitá-los em prisão e os passos legais acometidos durante os últimos 14 anos.
Assim mesmo, manifestaram otimismo na luta global pela libertação dos antiterroristas.
Quatro desses lutadores permanecem no cárcere, enquanto René saiu da prisão o 7 de outubro último após 13 anos e agora enfrenta um castigo adicional de três anos baixo liberdade supervisionada em Miami, morada da extrema direita anticubana.
O tribunal e a assembleia popular concluem nesta jornada e seus assistentes preveem elaborar um plano de ação para exigir ao presidente estadunidense, Barack Obama, sua liberdade.
Dito texto também procurará pressionar ao governo de Canadá a se somar ao chamado internacional para que Obama faça uso de suas faculdades constitucionais e autorize a libertação dos Cinco e o regresso a sua terra natal.
Essas pessoas participam em uma assembleia e um tribunal popular abertos desde a sexta-feira em Toronto (sudeste) com o fim de debater e denunciar as violações judiciais cometidas contra Os Cinco, como se conhece a nível mundial a Gerardo Hernández, Ramón Labañino, Antonio Guerreiro, Fernando González e René González.
Também fizeram questão da importância da solidariedade internacional para divulgar a realidade desses homens, submetidos a severas sanções desde setembro de 1998 por monitorar grupos violentos arraigados em Miami que planificam ações como as que nos últimos 53 anos têm ocasionado mais de três mil 400 vítimas em Cuba.
Segundo um comunicado de imprensa, o jornalista canadense Keith Bolender e o advogado dos Cinco, o estadunidense Richard Klugh, detalharam ao público os argumentos de Cuba no caso.
Elizabeth Palmeiro e Adriana Pérez, esposas de Labañino e Hernández, respectivamente, falaram das reiteradas negativas de visa aos familiares para visitá-los em prisão e os passos legais acometidos durante os últimos 14 anos.
Assim mesmo, manifestaram otimismo na luta global pela libertação dos antiterroristas.
Quatro desses lutadores permanecem no cárcere, enquanto René saiu da prisão o 7 de outubro último após 13 anos e agora enfrenta um castigo adicional de três anos baixo liberdade supervisionada em Miami, morada da extrema direita anticubana.
O tribunal e a assembleia popular concluem nesta jornada e seus assistentes preveem elaborar um plano de ação para exigir ao presidente estadunidense, Barack Obama, sua liberdade.
Dito texto também procurará pressionar ao governo de Canadá a se somar ao chamado internacional para que Obama faça uso de suas faculdades constitucionais e autorize a libertação dos Cinco e o regresso a sua terra natal.
